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Maria Laura Giesteira   Sentir a Comunicação         
Flh.01   Código        
 SENTIR A COMUNICAÇÃO                
                     

 

SENTIR A COMUNICAÇÃO

O HOMEM, como ser gregário que é, sente-se forçado a conviver(conviver = viver com), o que implica: partilhar ideias, sentimentos; partilhar a existência.

Nada é meu, tudo é nosso na medida em que o meu conhecimento, a minha capacidade de discernimento e invenção, a minha existência derivam de todo um passado comum à humanidade.

Não se pode dizer que cada um de nós plagia o passado, mas que, mercê das diversíssimas circunstâncias da existência do indivíduo, utiliza esse passado e constrói outras e novas coisas - só parte do que produzo é, portanto, meu; o resto é da humanidade. O conhecimento humano comum é que é a base, o alicerce dos projectos e edificações de cada um de nós.

Este evoluir, desenvolver, inovar, em qualquer área do conhecimento humano, tem como um dos factores essenciais a comunicação através dos séculos.

A troca permanente e correcta de informações - comunicação - colabora no 
desenvolvimento humano.

Chegamos assim à acção de comunicar - fazer comum, tornar conhecido, fazer saber.

A ciência e a tecnologia, no seu desenvolvimento exponencial no tempo, leva a que a especialização seja necessária; exigindo depois a conjugação dos conhecimentos adquiridos por muitos, para uma visão global e uma actuação eficiente em qualquer campo.

A compreensão é fundamental para haver comunicação. A ideia que se pretende transmitir tem de concordar com a que é recebida. Quer dizer, a ideia emitida e a recebida têm de corresponder-se com exactidão. Havendo incompreensão total, ou compreensão insuficiente, o resultado é ausência de comunicação, ou comunicação imperfeita.

 

Falar não significa fazer-se ouvir, assim como escrever não significa fazer-se ler.

Fazer-se ouvir ou ler, não significam fazer-se compreender;

Nem fazer-se compreender significa fazer-se aceitar, ou convencer os outros e fazê-los aderirem à nossa proposição.

O velho dito popular "a falar é que a gente se entende" por vezes não corresponde à verdade.

A tentar comunicar oralmente ou por escrito é que, com frequência, muita gente se desentende.

Como comunicação primária podemos ter: o olhar, o som produzido, o toque, o gesto.

Um olhar diz tudo... ou nada; um grito, um alerta, um pedido de socorro; um toque, uma chamada de atenção; um gesto, uma frase muda.

 

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