Escuro Crónicas RETORNO  
Faro Barros Agostinho Escuro Olhos

    Espreitei no escuro

    negro de breu

    e não vi nada.

    Olhei no claro...

    bem alto

    e fiquei cego.

    Pus um vidro fumado

    Grau ponto seis, para ser exacto

    Apareceste-me límpida...

    Cristal de pura água.

    Saltei

    Mergulhei fundo...

    E matei a sede que me consumia.

 Faro Barros


     
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